Sobre o FunBEA

 

Fundo Privado/interesse público/captação de recursos/fomento/ações estruturantes/educação ambiental

 
O FunBEA é um fundo privado de interesse público, que tem como missão captar e aportar recursos estratégicos para o fomento de ações estruturantes no campo da educação ambiental, em consonância com políticas públicas vinculadas à Política Nacional de Educação Ambiental (PNEA) e demais política do campo socioambientais, voltadas ao enraizamento da educação comprometida com processos radicalmente participativos e sustentáveis e com especial atenção às comunidades de base e aos educadoras/es ambientais populares. Tem como premissa fomentar, articular e formar grupos multisetoriais que implementam projetos de mobilização e capacitação nas diferentes temáticas voltadas ao desenvolvimento integrado e sustentável do território.

O fundo atua a partir de três pilares:
1. Político – promoção, conexão e fortalecimento das Políticas Públicas com a participação da sociedade civil organizada;
2. Financeiro – fonte de fomento para Educação Ambiental, buscando o controle social por meio de mecanismos de descentralização, redução da burocracia e ampliação da transparência dos recursos e das formas de participação;
3. Formador – promoção do aprofundamento e da qualificação das ações de Educação para sustentabilidade, aqui entendidas como ações críticas e emancipatórias de ação/intervenção no território.

A iniciativa de criação do FunBEA foi gerada a partir de um grupo de profissionais de universidades como UFSCAR, USP, UNICAMP, e de ministérios como o Ministério do Meio Ambiente (MMA) e Ministério da Educação (MEC), assim como de educadoras/es ambientais atuantes em diferentes coletivos, especialmente na RUPEA (Rede Universitária de Programas de EA), o que demonstra seu caráter participativo, democrático e descentralizado, desde sua concepção.

Lançado em setembro de 2010, o FunBEA foi criado com objetivo de atuar em espaços e nichos onde os fundos tradicionais não atuam, de maneira capilarizada, fomentando a gestão territorial sustentável, através de processos de formação, com o estímulo à governança participativa e ao pertencimento aos diferentes territórios.

Sua estrutura está organizada através das seguintes instâncias: Conselho Deliberativo, Conselho Consultivo, Comissão de Finanças e Auditoria, Comitê Executivo, Comissões Técnicas e Secretaria Executiva, sendo a Assembleia Geral o órgão máximo de tomada de decisão. Os conselhos são constituídos por representantes dos 5 segmentos (empresarial, acadêmico, governamental, sociedade civil organizada e da/o cidada/ão em geral)

Tudo o que diz respeito ao fundo é trabalhado como pauta nas instâncias competentes, debatido de maneira transparente e construído coletivamente entre os membros e com documentos previamente elaborados e com eventuais contribuições de outros membros associados.

 

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