O movimento foi criado para a proteção do Mangue do Araçá e do Mangue do Coleiro, onde têm sido registrados diversos crimes ambientais cometidos por empresas que fazem parte da cadeia de exploração do petróleo em São Sebastião. Eles desenvolveram uma tecnologia baseada na natureza e hoje conseguem fazer o replantio de mangue na região, além do monitoramento constante para evitar novas degradações.
Em 2024, o movimento junto de outros atores sociais da região, derrubou um projeto de lei municipal que queria retirar moradores e fazer um ponto turístico e de urbanização da orla.
Atualmente, o movimento conta com 05 membros, porém suas ações beneficiam cerca de 4.315 pessoas das comunidades do entorno do Araçá.
O coletivo desenvolve ações para a preservação ambiental, cultural e tradicional de seus povos. Também trabalham a autonomia e a soberania do território, com práticas de agroecologia e protagonismo comunitário, Turismo de Base Comunitária (TBC) promovendo a justiça social e climática.
Atualmente, o movimento conta com 47 membros que são moradores da Aldeia, incluindo os jovens e adultos.
Associação de moradores caiçaras que promove projetos de educação ambiental, sobretudo no âmbito formal, a partir dos conhecimentos tradicionais caiçaras sobre os ecossistemas locais.
Atuam pelo resgate e valorização da cultura tradicional caiçara e com preservação e o cuidado do Rio Juqueriquerê e de demais ambientes costeiros e marinhos da região. Atualmente, o coletivo conta com 30 membros, mas suas ações beneficiam cerca de 372 pessoas.
Com o recurso criaram o Mini Museu Caiçara, um espaço de resgate, memória, coletividade, manutenção e valorização da cultura caiçara.